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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Eixo V...

Coisa boa é sentir-se competente, sensação de dever cumprido...
Todas atividades realizadas com sucesso, dentro dos prazos, feitas com calma, tranquilidade, assimilando e entendendo cada assunto abordado.
Semestre repleto de novas aprendizagens, amadurecimentos, e realizações.
Foco, na síntese e Power point.
Coração tranquilo!

Reflexão final... Interdisciplina Organização do Ensino Fundamental

A interdisciplina de Organização do ensino fundamental, trouxe uma gama de informações, conteúdos e assuntos de extrema importância tanto para nossa prática pedagógica quanto para nosso embasamento teórico como professores.
Para relembrar tudo o que estudamos ao longo deste eixo, busquei em meu blog aprendizagens decorrentes dos conteúdos da interdisciplina.
Posso afirmar que esta interd. foi a que mais aprendi neste semestre, de forma clara, com materiais teóricos para nos auxiliar de simples entendimentos.
Foi um grande prazer estudar tantos conteúdos importantes e relevantes na minha prática pedagógica enquanto professora e em minha vida acadêmica.

domingo, 2 de julho de 2017

Reflexões...

Atualmente estou afastada da  EMEI que trabalho em função da minha licença maternidade, leciono na mesma há dois anos com turmas de pré escola.
Ao longo destes dois anos pude vivenciar diversas situações em minha escola, algumas que posso descrever como gestão democrática e outras nem tanto.
Após a leitura do texto Organização da educação escolar no Brasil na perspectiva da gestão democrática: sistemas de ensino, órgãos deliberativos e executivos, regime de colaboração, programas, projetos e ações ressaltei alguns pontos que julgo serem relevantes:
GRÊMIO ESTUDANTIL- Em nenhuma escola que trabalhei havia o grêmio estudantil, até então eu acreditava ser algo antigo, pois só ouvia falar pela minha mãe nos tempos de escola dela.






CPM- Na EMEI onde eu trabalho foi recentemente formado o CPM onde há pais e funcionários representando-o, porém todas as vezes que se foi falado, era como se fosse uma obrigação, não havendo uma verdadeira importância pelos mesmos. Lembro-me de duas colegas estarem comemorando que iriam até a SMEC assinar uns papéis e receberiam folga por isso, ambas não sabiam ao menos o que iriam assinar e assuntos da alçada do CPM.
Conselho escolar: Na escola onde trabalho não tem conselho escolar ainda, quer dizer, nenhuma escola do município de Imbé tem. Durante uma conversa que tive com a Presidente do conselho municipal de educação, a mesma mostrou grande interesse por parte dela em implantar nas escolas, sendo algo que deve ser autorizado pela Secretaria de Educação e executivo.
Conselho de classe participativo: Pela minha pouca
experiência acredito que o conselho participativo seria de grande relevância em nossa realidade educacional, onde nossos alunos participariam e poderiam desta maneira "aprender, amadurecer e entender" tudo o que fazemos por eles, podendo também participar ativamente.(minhas experiências com conselhos de classe não são muito positivas, percebi ser algo totalmente corrido, sem troca de informações e nem debates, apenas um "ditado" de notas.

Democracia: A estrada é longa mas não impossível acredito que aos poucos iremos alcançar nossos anseios quanto a democracia em nossas escolas.
Gestão democrática? assim como li em várias postagens acima,não concordo quando se exemplifica uma gestão democrática pelo fato de promover eventos comemorativos e convidar a comunidade, isto na verdade é apenas mais uma obrigação dos pais de participarem. A parceria, participação e colaboração deve ser reciproca entre as duas.


Distância dos pais:Na escola onde leciono os pais são presentes, participativos e colaboradores ativos, porém sei que há escolas que a direção afasta os mesmos para que assim eles não possam exigir e nem cobrar da mesma, lembrando que estamos no século XXI e ainda há situações que parecem ser do século passado.



Falta de tempo dos pais: Penso que deveria ter uma lei para que os pais pudessem ir a escola de seus filhos, e fossem abonadas essas horas de ausência, desta maneira seria até mesmo um incentivo, pois há muitas famílias que não podem deixar de trabalhar para participar ativamente do cotidiano escolar de seus filhos.


Escola pública ou propriedade privada? Já presenciei vários gestores agindo como se fossem donos das escolas, tratando-se desde a estrutura física até mesmo o tratamento com os funcionários, sendo sempre a última palavra a deles, onde nada pode ocorrer sem que eles saibam.


Eleição para direção: Em nosso município os gestores são indicados pelo executivo, ou seja, em troca de favores políticos em 90% das vezes.Porém, há uma proposta sendo analisada para que seja realizado eleições nas comunidades das escolas, para eleger gestores que realmente conheçam e façam por merecer este cargo tão importante, que necessita de seriedade, dedicação e profissionalismo.



Acredito que minha prática pedagógica é democrática, busco conversar e transmitir aos meus alunos aquilo que é certo, por exemplo  nas escolha de ajudantes do dia, ou em votações para sabermos qual será a história da hora conto, penso que assim, eles aprenderão o que é democracia e desta maneira, indiretamente ou até mesmo diretamente trabalhamos e incentivamos a aceitação de opiniões, a escutar uns aos outros e trabalhar em coletivo, sendo uma mudança de dentro das escolas para fora, pois assim formaremos cidadão democráticos e que entendam que não estamos sozinhos no mundo.
                           

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Avaliação na Educação Infantil


A partir do vídeo da profa. Jussara Hoffman sobre a avaliação na Educação Infantil e a leitura,na interdisciplina ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL, trago minhas vivências, experiências, inquietações e até então práticas que eu acreditava estarem certas.
Eu sempre trabalhei em educação infantil, apenas um ano trabalhei no ensino fundamental.
Comecei a trabalhar com os pequenos antes mesmo de terminar o Curso Normal, sempre me espelhei em minha mãe que é professora de ED.Inf.
Minha práticas e atitudes em sala sempre foram de acordo com o que eu até então achava estarem corretas, a partir daquilo que eu vi e repetia julgando certo, buscando idéias na internet e troca de informações com colegas.
Bem, quando eu me formei no Curso Normal, pensava já conhecer tudo, nada que viesse de novo seria impossível para mim, porém caiu a minha ficha de que eu estava apenas começando minha jornada quando fui contratada em uma escola particular, como professora.
Parecendo que tudo o que eu havia aprendido não se encaixava naquela realidade, por começar pela “democracia” e direito de todos, ali era cada um tratado de uma maneira, até mesmo sendo rotulados. E sobre a questão da gestão democrática, nossa! Zero democracia, hierarquia pura, não tenho vergonha de dizer que eu tinha medo da minha diretora, não opinava em nada, pelo fato dela nunca ter nos questionado ou oferecido um momento para reflexão e troca de idéias.
A questão avaliativa desta escola era em formato de portfólio, onde continham fotos da rotina escolar, e um parecer descritivo contando como era o bebê em sala( minha turma era berçário), este portfólio foi trazido por uma mãe como ideia, e a escola adotou como método avaliativo, em minha opinião muito legal, os pais adoravam receber aquelas fotos, e o parecer( de cinco folhas), detalhe, a minha diretora não admitia que eu falasse somente as verdades ou seja eu deveria florear, afinal, ELES ESTAVAM PAGANDO, palavras dela.O pior lugar que já lecionei, um trauma!
                                                   
Outra experiência que tive foi trabalhar em uma escola pública de Ed, inf, onde eu já estava mais madura, com experiência e mais embasamento teórico, nesta escola tudo fluía melhor, tinha o total apoio da gestora, por muitas vezes ela me deixava livre para dar ideais e ela adotava-as com as demais turmas também.
O sistema avaliativo desta minha escola inicialmente era descritivo, dividido entre as auxiliares de educação infantil e cada uma fazia de três as cinco, sendo que as minhas colegas não tinham nenhuma experiência ou formação na área, o que eu sempre achei um absurdo, pois elas pegavam um modelo da internet e a partir dele se baseavam e faziam todos, ou seja pegava um criança como ponto principal e as demais eram igual ou pior que ela, assim como a prof fala no vídeo.
                                                             
Após foi trocado o método avaliativo para cartões para marcar “x” nas potencialidades e objetivos, particularmente entre todas as avaliações a que mais gostei, e penso ser completa é o portfólio.

Após ver o vídeo tive a percepção de que a avaliação que fiz ao longo destes cinco anos na Ed. Inf. foi equivocada, com certeza por falta de embasamento teórico e pesquisa sobre o que eu estava fazendo.
Agora, sei a tamanha importância da avaliação na Ed. Inf. Sendo um ato constante, através de observações, percepção do alunos, suas atitudes, suas potencialidades e individualidades, ou seja é totalmente errado eleger um aluno como o melhor em tudo e avaliar os demais tendo este como ponto de referência, penso que este assunto é de suma importância na nossa formação enquanto professora.
                        
                               
A partir de hoje irei pesquisar e me dedicar a entender e aprender mais sobre os métodos avaliativos na educação infantil, para que eu possa de maneira significativa melhorar minha prática pedagógica e sistema avaliativo com meus pequenos.
                                                             

4 pilares da educação

Hoje uma das lembranças que tive no meu facebook, foi uma apresentação que realizei sobre os 4 pilares da educação, trouxe pra vocês darem uma olhada e quem não conhece aprender e levar para sua prática pedagógica..


Os quatro pilares da Educação são conceitos de fundamento da educação baseado no Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors.

O ensino, tal como o conhecemos, debruça-se essencialmente sobre o domínio do aprender a conhecer e, em menor escala, do aprender a fazer. Estas aprendizagens, direcionadas para a aquisição de instrumentos de compreensão, raciocínio e execução, não podem ser consideradas completas sem os outros domínios da aprendizagem.


Gestão democrática

GESTÃO DEMOCRÁTICA ESCOLAR

A Constituição de 1988 foi a primeira a usar a expressão "gestão democrática do ensino público", reforçada mais tarde no texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996. Nenhuma das duas normas, porém, resolveu um problema que permanece até hoje: afinal, como fazer a gestão democrática? Basta consultar a equipe sobre as decisões internas? Abrir os portões para a comunidade é suficiente? Promover a flexibilização do currículo?

Trata-se de uma perspectiva conceptual que focaliza intervenções democraticamente referenciadas, exercidas por atores educativos e consubstanciadas em ações de (auto) governo; ações que não apenas se revelam enquanto decisões político-administrativas tomadas a partir de contextos organizacionais e de estruturas de poder de decisão, mas que também interferem na construção e recriação dessas estruturas e de formas mais democráticas de exercer os poderes educativos no sistema escolar, na escola, na sala de aula, etc. (Lima, 2000, p. 19).

A gestão democrática escolar é o principio constitucional que organiza a escola pública e que compõe o coletivo da escola, portanto, compreende que o nosso trabalho não desenvolve-se sozinho, muito pelo contrário, a supervisão, coordenação pedagógica e diretores devem buscar articulação dos diversos saberes e experiências existentes na escola e na direção de sua transformação para um projeto pedagógico emancipatório, pois cumprirá com o sucesso da dimensão cognitiva e política dos alunos, não podemos deixar de focar a participação do conselho escolar, conselho municipal de educação, e também da comunidade que envolve, pais, alunos, professores e comunidade em geral

Entretanto, na prática a gestão democrática em nossas escolas ainda “anda devagar”, tenho como base e experiência as escolas públicas e privadas que já trabalhei tanto como professora quanto como auxiliar de educação infantil, em ambas o sistema democrático não era exercido como  prática primordial e constante.

A realidade do nosso município é bastante precária quando se fala em gestão democrática, onde temos gestores escolares indicados pelo poder executivo, nossas escolas não têm conselhos escolares, há algumas que ainda não têm nem PPP, e quando se tem, são superficiais e até controversos, ou seja, não condizem com a realidade da instituição e comunidade escolar, isso acontece pelo fato da supervisão municipal não supervisionar a veridicidade do conteúdo dos PPP’s .

Em minha opinião a gestão democrática deve ser iniciada de dentro das escolas pra fora, ou seja partir dos diretores, coordenadores e supervisores, buscando inserir e integrar a comunidade na realidade escolar, nas escolhas, no cotidiano. Para que os mesmos tenham “voz” para opinar e cobrar melhorias para a escola.

Segundo Paro “se queremos uma escola transformadora,  precisamos transformar a escola que temos ai ... Nesse sentido que precisam ser transformados o sistema de autoridade e a distribuição do próprio trabalho no interior da escola.” (2001, p. 10)

Sendo assim partir de nossos gestores junto com sua equipe de professores e funcionários uma integração sobre a realidade da escola na qual trabalhamos.

Ao realizar uma pesquisa com a Presidente do conselho de Educação  L. R., tive certeza de tudo o que já pensava referente a democracia em nossas escolas, afinal é muito mais fácil deixar a comunidade de fora, para que assim os mesmo não tenham conhecimento sobre a realidade e não possam cobrar e opinar. A professora L. me relatou que o poder Executivo e SMEC(Secretaria Municipal de Educação e Cultura)  não tem pretensão alguma de implantar gestão democrática em nossas escolas, ao meu ver, desta maneira eles calam a sociedade, apresentando-lhes apenas o que convém.

Questionei a presidente sobre a criação dos conselhos escolares, a mesma demonstrou grande interesse, narrando até mesmo situações que o conselho resolveria e ajudaria as escolas.

Na medida em que se conseguir a participação de todos os setores da escola, educadores, alunos funcionários e pais – nas decisões sobre seus objetivos e funcionamento, haverá melhores condições para pressionar os escalões superiores a dotar a escola de autonomia e de recursos. A esse respeito vejo no conselho de escola uma potencialidade a ser explorada. (PARO, 2001, p. 12)

Por momento acredito que a gestão democrática está aos poucos chegando em nossas escolas e realizando mudanças e melhorias grandiosas, reformulando os sistemas de hierarquia e transformando nossas escolas em um lugar de todos, onde a sociedade pode e deve ter direitos,participando do cotidiano escolar.







PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática na escola pública. São Paulo: Ática, 2001.

Quadro elaborado para o Curso de Extensão GESTÃO DEMOCRÁTICA: da avaliação ao planejamento participativo nas Escolas Estaduais do RS. UFRGS, Porto Alegre 2017

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Escola é...


Esta mensagem que recebi da tutora de Organização do Ensino Fundamental, me fez repensar sobre o que a escola significa para nós, alunos e professores.
Passamos mais tempo na escola com nossos alunos, colegas do que com nossa família, muitas vezes a escola se torna nossa segunda casa. Assim como nossa casa devemos cuidar e zelar, transformando em um lar, onde as pessoas se gostam, se respeitam, cuidam uma das outras.
Ir para a escola ou trabalhar em uma escola deve ser algo prazeroso, onde tenhamos vontade de estar, de socializar e partilhar vivências.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Metamorfose....


  

Assim como se fala na música:
 "Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante

Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo.."
Nosso curso nos proporciona e nos incentiva a isso, para que sejamos pensantes, críticos, em busca do novo, do diferente, da transformação da educação. 
A cada dia nos transformamos, amadurecemos, passamos por metamorfoses, estamos em constante transformação.
Dentro e fora da escola, aprendemos, mudamos, nos renovamos...
A maneira que acordamos hoje, não será a mesma de quando acordarmos amanhã, pois já não somos mais como antes...
Há mudanças necessárias, mudanças estas que fazem parte da nossa história...
Fazem parte do eramos, do que somos e o que seremos!

Transformação...renovação


                            Escolhi o tema de borboletas para dar uma nova cara para o meu blog...
Penso que assim como as borboletas, estamos em constante transformação, renovação...

Temos que ir atrás de nossos objetivos, fazer o impossível para realizá-los.


Metamorfose
Mutação
Vida pulsando...
Transformação

Estou em processo...
Há coisas a aprender...
e há coisas a reprogramar...
Há coisas que sou ...
e não quero ser...
Há coisas que ainda não sou...
e quero ser...
Há coisas que sou ...
e ainda não sei...
mas estou buscando saber...

Estou em construção...
Mas já estive em demolição...

domingo, 25 de junho de 2017

Conselho escolar

 sobre o Conselho Escolar

 É um órgão colegiado, representativo da Comunidade Escolar, de natureza deliberativa, consultiva, avaliativa e fiscalizadora. 
Ele dá pareceres referentes ao trabalho de organização e realização do trabalho pedagógico e administrativo da instituição escolar, em conformidade com as políticas e diretrizes educacionais da SEED, observando a Constituição, a LDB, o ECA, o Projeto Político-pedagógico e o Regimento Escola/Colégio , para o cumprimento da função social e específica da escola (Estatuto do Conselho Escolar, 2005). 
O Conselho Escolar é a instituição que coordena a gestão escolar, especialmente no que diz respeito ao estudo, planejamento e acompanhamento das principais ações no dia-a-dia da escola. 
É um espaço privilegiado para o exercício da vivência cidadã e apropriação de diferentes saberes que favorecem a democracia. Em face do exposto, constata-se que o Conselho Escolar é o grande aliado da direção na gestão da escola. 
No entanto, para que essa parceria realize um trabalho de acordo com o esperado e satisfaça a comunidade, é preciso que haja sintonia entre os parceiros e abertura por parte da direção para ouvir e aceitar a voz do conselho. 
É fundamental que se estabeleça uma relação de respeito pela opinião de uns e outros, cumplicidade nas tomadas de decisão e, principalmente, que todos tenham objetivos comuns. A participação do conselho deve se dar de forma autônoma, espontânea e consciente. 
Segundo Werle (2003, p.60):
 [...] não existe um Conselho no vazio, ele é o que a comunidade escolar estabelecer, construir e operacionalizar. Cada conselho tem a face das relações que nele se estabelecem. Se forem relações de responsabilidade, de respeito, de construção, então, é assim que vão se constituir as funções deliberativas, consultivas e fiscalizadoras. Ao contrário, se forem relações distanciadas, burocráticas, permeadas de argumentos, tais como:” já terminou meu horário”, “ este é meu terceiro turno de trabalho”, “vamos terminar logo com isto”, “não tenho nada a ver com isto”, com que legitimidade o conselho vai deliberar ou fiscalizar?!

Para que as decisões do Conselho Escolar não sejam monopolizadas pelo diretor, seu presidente nato é necessário que haja a conscientização dos segmentos envolvidos. Isso de certa forma começa a acontecer. A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, por meio da Coordenação-Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de Ensino, em consonância com o processo de democratização da sociedade, criou, mediante a Portaria Ministerial n.2.896/04, o Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares. Entre seus objetivos, constam: ampliar a participação da comunidade escolar e local na gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas; apoiar a implantação e o fortalecimento dos Conselhos; promover, em parcerias com os sistemas de ensino, a capacitação dos conselheiros escolares; apoiar os Conselhos Escolares na construção coletiva de um projeto educacional no âmbito da escola. (BRASIL, 2004) 
Acreditamos que a capacitação seja o caminho para a participação mais consciente e cidadã desses representantes da comunidade. 
No cotidiano escolar, entre os conselheiros que têm participado dos Grupos de Estudos sobre os Conselhos escolares oferecidos pela SEED, ouvimos o seguinte depoimento: “nós recebemos muita informação, podemos fazer tanta coisa, mas só fica na conversa”.
 Isso nos faz acreditar que ainda temos que enfrentar e vencer alguns desafios para conhecer mais a fundo as dificuldades e os obstáculos que impedem a concretização da teoria. 
Afinal, os Conselhos têm atendido aos pressupostos democráticos? Têm propiciado a vivência cidadã e representado os interesses coletivos? Até que ponto eles são órgãos legitimamente democráticos, se o presidente é o diretor da escola?  
artigo: INSTÂNCIAS COLEGIADAS: ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA.



Ótimo saber o que é, com funciona e objetivos do conselho escolar.
Como minha escola necessita de um conselho escolar, para que seja ESTIMULADA, FORTALECIDA, COBRADA para qualidade educacional, organização...

ELEMENTOS..GESTÃO DEMOCRÁTICA E PPP

Retirei do artigo: INSTÂNCIAS COLEGIADAS: ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA oferecido para leitura na interdisciplina ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL,elementos que acredito ser fundamentais para uma gestão democrática, sendo assim também fundamentais para a construção e prática do PPP.




  • Autonomia – luta para resgatar o papel e o lugar da escola como eixo do processo educativo autônomo, não sendo a escola uma mera reprodutora de ordens e decisões elaboradas fora de seu contexto. 



  • Participação: a participação é condição para a gestão democrática: uma não existe sem a outra. Participar significa todos contribuírem, com igualdade de 9 oportunidades, para algo que pertence a todos: a escola pública. A participação não diz respeito apenas à comunidade interna, mas também à comunidade externa à qual a escola serve. 



  • Clima organizacional: determina a vontade dos membros de participar ou alienar-se do processo educativo. Isso depende muito das relações que se estabelecem no interior das escolas. Para que haja a participação, é fundamental que os objetivos das ações estejam sempre muito claros, que as pessoas sejam situadas como sujeitos, pois apenas sujeitos são cidadãos capazes de se comprometer e participar com autonomia. Alguns dos espaços que favorecem a participação coletiva são as instâncias colegiadas, que, a partir da década de 80, passaram a ser priorizadas no discurso sobre gestão democrática.  

PPP

Assistindo a entrevista da prof Ilma Passos, pude entender a importância da construção do PPP em uma escola.
Eu já trabalhei em escolas públicas e particulares, em ambas pouco se falava do PPP. Eu fui ter conhecimento na prática do que era, na escola de ensino fundamental onde o PPP estava sendo formulado, neste período foi realizada uma reunião com todos professores, para que fosse debatido tópicos, porém ao decorrer  do debate percebi que na verdade aquele momento não estava sendo uma troca de ideias e construção de um projeto realizado por todos, mas sim, pela gestão da instituição, tornando-se frustante para mim e outras colegas, pois ao ouvir o que já havia sido escrito não parecia ser da escola em que eu lecionava, ou seja, uma realidade totalmente diferente.
Hoje compreendendo um pouco mais sobre a importância da elaboração do mesmo em coletivo, sei que o erro estava nisso, afinal nós e a comunidade não tivemos participação alguma, pois para aquela gestão era apenas uma "obrigação" elaborá-lo, já que nunca tivemos contato para leitura, e quando solicitado, ouvíamos que ele não estava terminado...
Lastimável, pois o mesmo é de suma importância para o bom andamento de uma escola. 


quinta-feira, 22 de junho de 2017

?

OLHE!
LEIA!
REFLITA!

NA SUA OPINIÃO.. 
O MENINO ESTÁ CERTO?
ESTÁ SENDO ABUSIVO?
OU APENAS EXERCENDO SUA LIBERDADE?


Gestão democrática




     A Gestão Democrática na escola é formada por alguns componentes básicos: Constituição do Conselho escolar; Elaboração do Projeto Político Pedagógico de maneira coletiva e participativa; definição e fiscalização da verba da escola pela comunidade escolar; divulgação e transparência na prestação de contas; avaliaçãoinstitucional da escola, professores, dirigentes, estudantes, equipe técnica; eleiçãodireta para diretor(a);

      A gestão democrática contribui para a construção de uma educação, na qual todas as crianças, jovens e adultos possam se desenvolver como sujeitos construtores da sua cidadania .A escola precisa acompanhar as mudanças da sociedade e assumir outras funções sociais. Uma gestão democrática implica a democratização do processo de construção social da escola, mediante a elaboração de seu Projeto      Político- Pedagógico, onde o gestor, através da articulação entre os diversos segmentos da unidade escolar, compartilha decisões de forma coletiva e modifica as relações de poder, transformando-as em um organismo vivo e dinâmico.
     Parte-se do pressuposto de que a gestão democrática da escola consiste em atender os compromissos sociais e políticos de coletividade das classes trabalhadoras, ultrapassando os limites internos da educação institucionalizada pela gestão burocrática: visando a possibilidade de uma administração coletiva a qual exige a participação de toda a comunidade escolar em todas as etapas do processo educativo, contribuindo para um melhoramento do

ensino. Como mostra Bastos.


A gestão democrática restabelece o controle da sociedade civil sobre a
educação e a escola pública introduzindo a eleição de dirigentes de escolares
e os conselhos escolares, garante a liberdade de expressão, de pensamento,
de criação e de organização coletiva na escola, e facilita a luta por condições
materiais para a aquisição e manutenção dos equipamentos escolares, bem
como por salários dignos a todos os profissionais da educação. (2003 p.7 e
8).




FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gest%C3%A3o_democr%C3%A1tica

Comparativo de gestão escolar com animação...

Esta animação com frases sobre gestão escolar, gestor de uma escola é bem legal, me chamou atenção...
Através das interdisciplinas de Organização do Ensino Fundamental e Org. e gestão da educação, falamos bastante sobre gestão, atitudes através dela, o que é um gestor...
Já tive gestores extremamente competentes, outros nem tanto. Na minha opinião para ser gestor de uma escola deve-se ter competência, força de vontade, ética, amor pelo que se faz..
Sendo sempre um gestor democrático, sem escolhas pessoais, buscando sempre o melhor para todos..não deixando desanimar e nem a peteca cair.....


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Reforma do ensino médio

Assistindo a palestra de Jamil Cury,  concordei plenamente que a reforma do ensino médio é um retrocesso para nossa educação.

Com esta reforma estamos retrocedendo e perdendo a ideia principal de formarmos cidadãos pensantes.
Cada vez mais estamos sendo manipulados pela mídia, na qual nos transmite somente o que desejam os "grandes", conversando com familiares, há maioria não sabia desta reforma e nem que tinha sido aprovada. Ora, em pleno século XXI, aonde as informações são abundantes, desta maneira querem achar que o povo é burro, estão querendo nos calar.
A reforma é algo repugnante, afinal são muito mais que vinte anos que lutamos para uma educação para todos, visando a formação social do aluno, pois agora nossos alunos sairão do ensino médio "avoados", fora da verdadeira realidade, serão pessoas que não refletem, não têm criticidade, veremos no futuro como será essa geração, estamos voltando no tempo, em uma época em que os governantes mandavam e faziam o que queriam acima de tudo e de todos.
Algo  também  inadmissível é a não mais obrigatoriedade em os professores terem licenciatura e e formação especializada para a disciplina na qual irão lecionar, ou seja, qualquer um com notório saber da determinada disciplina poderá entrar em uma sala e praticar o ensino.
Parando para pensar, nem parece que estamos na modernidade, como podem milhões de pessoas se calar para um governo que não pensa na sociedade?

Leitura...teoria...

Este semestre está sendo totalmente diferente para mim, primeiro semestre que estou totalmente distante da escola e da faculdade.
Estou aprendendo e estudando de uma maneira que nem eu sabia que conseguiria... através apenas de leituras, pesquisas, teorias não tendo hora nem lugar, seja no banheiro, nas madrugadas, na cama, no escuro....
Eu, que até semestre passado tinha grande resistência para ler e conseguir absorver de forma significativa o que passava pelos meus olhos, agora estou perfeitamente conseguindo estudar com vários escritores, artigos, pensadores.... 
Sempre relacionei e falei muito da minha prática em todas atividades e workshop anteriores, está sendo um desafio este semestre e eu estou conseguindo vencer, estou criando gosto pela leitura e conseguindo absorver e interpretar riquezas em formas de palavras.

"Quem aprende a gostar de ler, sabe escrever a própria história!"


Rabiscos e rascunhos...

Há semanas estou lendo os textos e assim que possível rabisco e rascunho postagens para cá, seja no celular (notas) ou em folhas... agora passo a "limpo" minhas aprendizagens, reflexões e ideias....

Desta maneira, escrevendo aos poucos percebi que após uma leitura ou realização de atividade, temos  é claro, aprendizagem instantânea, porém se ficarmos pensando, refletindo há muitas e muitas maneiras de aprender, novas ideias, novos pensamentos.. relacionando com o dia a dia, com momentos....

Mil e uma utilidades...

Bom, início minhas postagens com um desabafo..
Muitas vezes me passou pela cabeça desistir do curso, não por falta de vontade, mas por falta de tempo.
Há três meses, me tornei mãmae, vivo 24h para um ser pequenino que necessita de mim para tudo, que fase tão maravilhosa.
Mas não é fácil conciliar tudo, casa, filho, trabalhos, faculdades, obstáculos..... por vezes sentei, respirei fundo e pensei em realmente continuar ou não. Mas desde a apresentação do Workshop IV, coloquei na minha cabeça que agora mais do que nunca irei continuar, e me formar, sendo uma realização de um sonho e também um orgulho para o meu pequeno Vicente.

Ps: QUEM DISSE QUE SERIA FÁCIL? MULHER, MIL E UMA UTILIDADES!

Escola democrática

Quando se fala em ESCOLA DEMOCRÁTICA, logo me veem a cabeça a autonomia, construtivismo, direitos iguais. Após realizar a leitura ESCOLAS...